A conjunção entre colossos se inicia. Júpiter, que nos encantou com sua harmonia e energia, acompanhado por seu cortejo de galilelianos — ora transitando, ora ocultando-se atrás de seu disco — agora se despede do céu vespertino, dirigindo‑se para trás do Sol, diminuindo seu brilho até ser ofuscado pelo Sol.
Júpiter em cima e Vênus embaixo.
Enquanto isso, Vênus ressurge no céu vespertino, de trás do Sol, quase cheio, ainda pequeno, mas crescendo. Seu diâmetro angular em breve alcançará a casa do minuto de arco — ainda diminuto, pouco maior que 1/30 do tamanho lunar — e, mesmo assim, seguirá imponente como o terceiro astro mais brilhante do céu, atrás apenas do Sol e da Lua.