A conjunção entre colossos se inicia. Júpiter, que nos encantou com sua harmonia e energia, acompanhado por seu cortejo de galilelianos — ora transitando, ora ocultando-se atrás de seu disco — agora se despede do céu vespertino, dirigindo‑se para trás do Sol, diminuindo seu brilho até ser ofuscado pelo Sol.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
CONJUNÇÃO ENTRE COLOSSOS
domingo, 26 de abril de 2026
Observando Júpiter e a Lua 1 dia após o Quarto Crescente 25/04/2026 no Parque da Pedra da Cebola
quinta-feira, 26 de março de 2026
Um Ponto Estelar
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Quando o Céu Respira: A Poesia da Sombra Zero, dos Solstícios e dos Equinócios
Sombra Zero — O instante em que a Terra se ajoelha diante da luz
Há um dia — dois, na verdade — em que o Sol se coloca exatamente acima de nós.
Nenhum desvio, nenhuma inclinação, nenhum obstáculo.
E então, por alguns instantes, a sombra desaparece.
A ciência diz:
“É o Sol no zênite, alinhado à latitude do observador.”
Mas o espírito sussurra outra coisa:
“É o momento em que a luz te encontra sem máscaras.”
A sombra zero é um espelho vertical.
É a luz descendo em linha reta, como uma flecha divina.
É o convite silencioso para olhar para dentro e perguntar:
O que em mim ainda se esconde da própria luz?
Solstícios — Os extremos da alma solar
O Sol caminha pelo céu como quem dança.
E duas vezes ao ano, ele chega aos limites dessa dança.
Solstício de Verão
A luz se expande até o limite.
O dia se alonga como um suspiro quente.
É o auge da vitalidade, da expressão, da colheita.
É o momento em que o Sol diz:
“Brilha sem medo.”
Solstício de Inverno
A noite se estende como um manto profundo.
A luz se recolhe para dentro, como uma semente.
É o ponto mais íntimo, mais silencioso, mais fértil.
É o momento em que o Sol diz:
“Volta para o teu centro.”
Os solstícios são os extremos da alma.
O máximo de luz e o máximo de sombra.
Ambos necessários.
Ambos sagrados.
Equinócios — O instante em que o céu encontra o meio do caminho
Nos equinócios, o Sol cruza o equador celeste.
Dia e noite se olham nos olhos.
Nem um passo a mais, nem um passo a menos.
É o equilíbrio perfeito.
A respiração entre o inspirar e o expirar.
O silêncio entre duas notas.
Esotericamente, o equinócio é o convite para o meio.
Para o ponto onde não há excesso, nem falta.
Onde a vida se sustenta em harmonia.
É o momento ideal para alinhar intenções,
para ajustar o ritmo,
para ouvir o que o corpo e a alma pedem.
Sol e Lua — Os dois grandes poetas do tempo
O Sol escreve o ano.
A Lua escreve o mês.
E nós vivemos entre essas duas caligrafias celestes.
O Sol é o verbo.
A Lua é o suspiro.
O Sol é o caminho.
A Lua é o sentimento.
Quando observamos sombra zero, solstícios e equinócios, percebemos que o céu não está apenas se movendo.
Ele está nos ensinando — com luz, com sombra, com equilíbrio — a reconhecer nossos próprios ciclos.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
PEDRAS CAEM DO CÉU?
Por muito tempo acreditou-se que pedras não caíam do céu. Essa ideia foi amplamente discutida até o século XIX, apesar de já existirem relatos de meteoros desde o século VI a.C. O primeiro registro documentado de queda de um meteorito ocorreu em 16 de novembro de 1492, próximo à cidade de Ensisheim, na Alsácia.
A verdadeira natureza desses fenômenos foi reconhecida pelo físico alemão Ernest Chladni em 1794. Contudo, sua interpretação só ganhou aceitação científica após a queda do meteorito de l’Aigle, na França, em 26 de abril de 1803, evento documentado pelo físico francês Jean Biot.
O meteoro é o fenômeno luminoso que ocorre quando fragmentos espaciais entram na atmosfera terrestre em altíssima velocidade e se incendeiam devido ao atrito com o ar. Já o meteorito é o fragmento que sobrevive a essa travessia e pode ser coletado na superfície da Terra. Eles são classificados de acordo com sua composição, podendo variar de silicatos carbonáceos até ligas de níquel e ferro.
O meteoróide, por sua vez, é o “candidato” a meteoro: um corpo que ainda não entrou em combustão na atmosfera, mas que já foi capturado pela gravidade terrestre e se encontra em órbita de colisão.
Uma característica marcante dos meteoros é sua extrema rapidez, durando apenas alguns segundos. Em contraste, os cometas podem ser observados por dias ou até meses, movendo-se lentamente pelas constelações. Sua composição é formada principalmente por gelo seco (CO₂ sólido), amônia (NH₃) e gelo de água (H₂O), além de outros materiais em menor escala.
Já os asteroides são grandes rochas espaciais que precisam ser monitoradas constantemente, pois alguns possuem dimensões capazes de representar risco à sobrevivência humana. Programas como o LINEAR e o NEAT são responsáveis por catalogar e acompanhar esses objetos.
Assim, cada um desses corpos celestes — meteoros, meteoritos, meteoróides, cometas e asteroides — desempenha um papel fundamental na compreensão do universo e na história da astronomia.
Referência
MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 534.
A Origem do Sistema Solar e a Conservação dos Movimentos
A compreensão da origem do Sistema Solar está diretamente ligada ao princípio da conservação do momento angular, que explica por que os movimentos de translação e rotação da maioria dos corpos celestes não são aleatórios, mas resultado das condições iniciais de formação (FRAKNOI; MORRISON; WOLF, 2017).
Segundo Picazzio (2011), evidências observacionais indicam que o Sistema Solar surgiu há cerca de 4,6 bilhões de anos, em um processo associado ao nascimento estelar. Esses dados sustentam a necessidade de teorias capazes de explicar suas propriedades físicas e dinâmicas. Entre os principais padrões observados estão:
• A coincidência dos sentidos de rotação e translação dos planetas e satélites com o movimento do Sol, chamado de “direto”;
• Órbitas quase coplanares à eclíptica, especialmente entre os planetas (exceto Mercúrio);
• Distribuição regular das distâncias heliocêntricas, como sugerido pela lei de Bode;
• Maior momento angular coletivo dos planetas em comparação ao Sol;
• Diferenças entre cometas de curto e longo período;
• Presença de anéis nos planetas gigantes;
• Diversidade química dos planetas, relacionada à distância heliocêntrica;
• Existência de pequenos corpos além da órbita de Netuno.
Teorias clássicas da formação
Diversos filósofos e cientistas buscaram explicar a gênese do Sistema Solar:
• Descartes (1644): propôs que o sistema teria se originado de turbilhões de matéria em movimento.
• Kant (1755): desenvolveu a Teoria da Nebulosa, sugerindo que nuvens de gás e poeira colapsaram sob a gravidade, formando estrelas e planetas (WILLIAMS, 2016).
• Laplace (1796): formulou a Hipótese Nebular, na qual uma nuvem em rotação se contraiu em disco, originando o Sol e os planetas.
Vale destacar que Kant e Laplace recorreram à mecânica newtoniana para dar forma matemática às suas propostas, mas enfrentaram críticas pela dificuldade em explicar a distribuição do momento angular entre o Sol e os planetas (FORBES, 2020).
Durante o século XIX, o modelo laplaciano foi amplamente aceito, embora permanecesse limitado justamente por esse problema do momento angular (WILLIAMS, 2016).
Evidências modernas
Com os avanços tecnológicos, foi possível verificar que o Sistema Solar se formou a partir de uma nuvem molecular — uma grande nuvem de gás e poeira fria e escura, rica em moléculas de hidrogênio (H₂), semelhante às que existem em galáxias espirais como a nossa (BISCH, 2012).
A descoberta de sistemas extrassolares reforçou a importância desses modelos, mostrando que existem configurações muito diferentes da nossa, como superterras e gigantes gasosos próximos às estrelas, o que amplia a compreensão sobre a diversidade de processos de formação planetária (FRAKNOI; MORRISON; WOLF, 2017).
Referências
BISCH, P. Astronomia: uma visão geral. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.
FORBES, E. The history of astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2020.
FRAKNOI, A.; MORRISON, D.; WOLF, S. Astronomy. San Francisco: OpenStax, 2017.
PICAZZIO, E. Astronomia e Astrofísica. São Paulo: Edusp, 2011.
WILLIAMS, M. History of the nebular hypothesis. Oxford: Oxford University Press, 2016.
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
COLOQUE A PROVA O QUE VOCÊ SABE SOBRE A LUA
Coloque à prova o que você sabe sobre eclipses solares e lunares, além das fases da Lua, respondendo ao teste a seguir.
https://forms.office.com/r/KkaVL9zZTmterça-feira, 21 de outubro de 2025
Estudo das Fases Lunares
Modelo Conceitual do Horizonte para Estudo das Fases Lunares
É uma representação simplificada de uma vista do céu, especificamente da projeção do Sol e da Lua no plano vertical do horizonte.
Imagine-se no Hemisfério Sul, olhando para o norte. Com o oeste à esquerda e o leste à direita, você verá um céu complexo e incompreensível. Foi então criada essa visão simplificada do horizonte e das estrelas no plano vertical, conforme mostra a Figura 1 abaixo:
Figura 1: Modelo conceitual de horizonte com o Sol ao pôr do sol e a Lua em um momento especial de lua nova entre três e quatro dias, exibindo um ângulo de separação superior a 45 graus.
É uma ferramenta que nos ajuda a compreender as posições relativas do Sol e da Lua durante o ciclo lunar.
Ajuda-nos a responder a uma questão importante: Como é que o ângulo de separação entre o Sol e a Lua afeta as fases da Lua?
Aqui estão as etapas para usar o Modelo Conceitual do Horizonte:
Orientação: O observador (neste caso você) deve estar voltado para o ponto cardeal norte.
Observações Diárias: Observe a Lua no mesmo horário todos os dias, de preferência ao horário do nascer solar ou ao ocaso solar, observe a Lua crescendo ou diminuindo a área iluminada pelo sol.
Movimento da Lua: Com o passar do tempo, você notará que a Lua se move no sentido horário de oeste para leste em relação ao horizonte e ao Sol.
Comece a observar: Comece alguns dias depois da lua nova, por volta das 18h, quando a lua está se afastando do Sol. A porção iluminada da superfície da Lua visível da Terra aumentará.
Após o ápice da Lua Cheia, a porção iluminada da superfície lunar começa gradualmente a diminuir, marcando o início da fase minguante. Nesse período, a Lua se desloca no céu em direção ao Sol, e passa a nascer cada vez mais tarde, até que quando se aproxima do momento especial do quarto minguante ela irá nascer próximo a meia noite. Por isso, para observá-la durante essa fase, é necessário buscá-la no céu nas primeiras horas da manhã, próximo ao nascer do sol.
Movimento contínuo das fases da lua
Para nós, observadores do Hemisfério Sul, ela sempre se move no sentido horário ao redor da Terra.
A cada momento, a porção iluminada da superfície da Lua que vemos da Terra muda. Isso acontece porque a lua gira em torno da Terra.
Podemos pensar em fases infinitas da lua porque a mudança é constante. A lua vai de “lua nova” (quando não conseguimos ver nenhuma parte da face visível não iluminada) até “lua cheia” (quando a face visível está totalmente iluminada).
Momentos Especiais das Fases Lunares
Imagine que a Lua possui quatro momentos especiais em seu ciclo de fases representados pelo modelo conceitual do horizonte, conforme mostra a Figura 2.
O momento especial da lua cheia ocorre quando a lua está mais distante do sol (quase 180 graus) (3).
O momento especial da lua nova é quando a lua está mais próxima do sol (perto de 0 graus) (1).
Quando o sol nasce e a lua está no meio do céu (a cerca de 90 graus de distância), é o momento especial da lua quarto minguante (4).
Quando o sol se põe, vemos a lua também no meio do céu (novamente a cerca de 90 graus), que é o momento especial da lua quarto crescente (2).
Figura 2: Na representação conceitual do horizonte à esquerda, o sol nasce no horizonte leste e à direita o sol se põe no horizonte oeste. A garota no centro do modelo olha para o norte cardeal.
Fonte: Autor
Fases da Lua e Luz Solar
As fases da lua aparecem porque a lua é iluminada pelo sol em diferentes ângulos, determinando assim diferentes fases numa órbita que executa ao redor da Terra, num sentido horário para observadores situados no hemisfério Sul ou em observadores situados acima do polo sul geográfico.
Imagine que a lua é como uma bola no espaço. Uma parte dela está sempre iluminada pelo sol, enquanto a outra parte fica na sombra do próprio corpo, pois todo o seu corpo não pode ser iluminado pelo sol.
Dia e noite na lua:
Assim como na Terra, a lua tem dia e noite.
Quando olhamos para a parte iluminada da lua, essa parte da lua é dia; quando olhamos para a parte não iluminada, a sombra da própria lua, essa sombra é noite. Pois todos os corpos estão sempre metade iluminados.
Observe o terminador:
A Linha que divide o dia e a noite é a linha que separa o lado iluminado do lado não iluminado da lua.
Para os observadores do Hemisfério Sul, ela se move de oeste para leste no sentido horário devido à translação lunar ao redor da Terra.
Com o tempo, a linha do terminador atravessa lançando novas perspectivas observacionais sobre crateras e outras estruturas lunares destacando suas características, o que pode ser explorados por observações telescópicas. Abaixo descrevemos alguns dos acidentes lunares mais famosos na Figura 3.
Figura 3: Algumas características do terreno lunar visto do hemisfério sul da Terra.
Fonte: Software Virtual Moon Atlas 6.0
Agora que você sabe um pouco mais sobre a Lua, vamos aprender como ela se move pelo espaço com a Terra e o Sol!
Movimento da lua
A rotação e translação da lua:
Assim como a Terra, a Lua tem dois movimentos importantes:
Rotação: Ele gira em torno de si mesmo como um pião.
Tradução: descreve a órbita ao redor da Terra, como uma dança no espaço.
O que há de especial na Lua é que esses dois movimentos ocorrem simultaneamente. À medida que a lua orbita a Terra, ela também orbita a si mesma.
Isso significa que sempre vemos a mesma face da Lua vista da Terra. É como se ela sempre nos mostrasse o mesmo lado.
Ciclo lunar:
O tempo que a Lua leva para orbitar a Terra uma vez é chamado de período sideral. Este período é de 27,3 dias, medido em relação a estrelas distantes.
A Lua completa um ciclo repetindo dois momentos especiais consecutivos de Lua Nova, conhecidos como ciclo sinódico. Este ciclo é de 29,5 dias.
A diferença entre esses dois ciclos é porque, durante a translação da Lua, a Terra também gira em torno do Sol. Isso significa que a Lua leva mais tempo para retornar à mesma posição em relação à Terra e ao Sol, como acontece em nosso novo momento de Lua Nova.
Figura 4: Duração do período sinódico: A diferença entre este período e o período sideral se deve ao fato de que durante a translação lunar, a Terra também se move no espaço ao redor do Sol, o que faz com que a Lua demore mais tempo (cerca de 2,2 dias) para retornar à sua posição relativa em relação à Terra. A mesma posição do Sol, ou seja, a mesma fase, como a fase da lua nova, completando o ciclo da fase lunar.
Movimento de Libração lunar:
Às vezes, ao longo de vários dias de observações, podemos observar um ligeiro balançar da Lua , notável quando acompanhamos por exemplo algum acidente visível da Lua se aproximando da borda ou se afastando, ou ainda subindo ou descendo, este balançar chamamos de libração.
Imagine a lua dançando ligeiramente para cima e para baixo em ambos os lados (leste e oeste), e você poderá observar características na superfície da lua, como o Mare Crisium se afastando ou se aproximando da borda da lua.
Esta dança observada na libração significa que podemos ver um pouco mais do lado oculto da Lua, cerca de 8% a mais.
As duas principais razões para este movimento são:
A velocidade angular da translação da Lua em torno da Terra é ligeiramente maior do que a sua rotação quando passa pelo ponto mais próximo da Terra (perigeu), e quando passa pelo ponto mais distante (apogeu), a velocidade angular é ligeiramente menor. Isso faz com que a superfície visível oscile na direção leste-oeste.
O eixo de rotação da Lua é ligeiramente inclinado em relação à perpendicular ao plano de sua órbita ao redor da Terra. Por exemplo, isso faz com que seus acidentes lunares oscilem para o norte e para o sul, fazendo com que o Mare Crisium oscile para o norte e para o sul.
Segui um gif mostrando como fica o preenchimento dos dados observacionais da lua e a posição relativa do Sol e da Lua no modelo do horizonte.
https://youtu.be/Pfy0WS0OorU
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
domingo, 26 de novembro de 2023
Palestra e Observação do Trânsito de Mercúrio na EMEF Gov. Carlos Lindemberg
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
FENÔMENO DA SOMBRA ZERO
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| Foto obtida no dia 22/11/2013, as 12h 27min na cidade de Serra ES Postagem no facebook no dia 24/11/2013. |
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| Carta obtida no programa Cartes du Ciel mostrando que no dia 19/01/2021 o Sol representado no centro da carta passará pelo zênite durante a passagem meridiana. |
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Conectados em ciências: Transformações químicas - Manual do Mundo
sábado, 23 de julho de 2016
Aula de Astronomia com a Turma da Profa Sônia 5 ano.
Hoje no dia do 13 de julho na turma de 5 ano fizemos uma discussao sobre astronomia, falamos sobre os eclipses solares e lunares. Descrevemos a existência da umbra e da penumbra. Falamos sobre como os astros influênciam na contagem do tempo e assim na criação dos calendários. Depois fizemos uma observação do Sol, utilizando a técnica da projeção da imagem do disco solar e assim pudemos ver uma imagem do Sol e uma mancha solar bem interessante no bordo inferior. Assim demos nomes a algumas camadas solares e suas respectivas temperaturas e a natureza peculiar da mancha solar.
sábado, 14 de maio de 2016
Observação Solar com a Profa Luciana 5 ano
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Trânsito de Mercúrio na EEEFM ARISTOBULO BARBOSA LEÃO.
Estes registros foram feitos durante o Trânsito de Mercúrio entre 14:30 as 15:30, evento astronômico que ocorre apenas 13 ou 14 vezes por século. Perdemos o final que é um dos momentos mais importantes de um trânsito pois é o momento onde ocorre o efeito de gota, pois a sombra do planeta se distorce ao se aproximar da borda solar, efeito físico previsto pela teoria da relatividade geral de Einsten. As fotos revelam o quanto o tamanho aparente do planeta Mercúrio é diminuto quando comparado ao tamanho aparente do disco solar. Observe que as fotos aqui postadas apresentam duas manchas mais proeminentes uma menor e mais próxima da borda e bem redondinha, que é o planeta Mercúrio, a outra é uma mancha solar realmente muito proeminente formada pela ejeção de plasma solar oriundo da fotosfera, que ao se encontrar com a Cromosfera se resfria, consequentemente absorve mais luz se tornando mais escura, daí as manchas solares serem bem escuras em contraste a fotosfera.
Trânsito de Mercúrio na EMEF Gov. Carlos Lindemberg.
Estes registros foram feitos durante o Trânsito de Mercúrio entre 8:50 as 11:15 horas, um evento astronômico que ocorre apenas 13 ou 14 vezes por século. Perdemos o início que é um dos momentos mais importantes de um trânsito pois é o momento onde ocorre o efeito de gota, pois a sombra do planeta se distorce ao se aproximar da borda solar efeito físico previsto pela teoria da relatividade geral de Einsten. As fotos revelam o quanto o tamanho aparente do planeta Mercúrio é diminuto quando comparado ao tamanho aparente do disco solar. Observem que existem duas manchas uma delas é o planeta Mercúrio, a menor e bem redondinha e bem próximo a borda solar a outra é uma mancha solar. As manchas solares são acidentes relacionados a erupções solares onde estes materiais ejetados se resfriam e assim absorvem mais luz e consequentemente são mais escuras, daí as manchas solares.






















